Na haste anterógrada do fêmur com entrada na fossa piriforme, o nervo mais exposto e o sinal clínico de sua lesão são, respectivamente,
- glúteo inferior; sinal de TRENDELENBURG.
- glúteo inferior; marcha com o tronco para trás.
- glúteo superior; sinal de TRENDELENBURG.
- glúteo superior; marcha com o tronco para trás.
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Conceito-chave
Na entrada pela fossa piriforme, o nervo mais exposto no resumo é o glúteo superior, e a manifestação associada é o sinal de Trendelenburg, alternativa C.
A haste anterógrada atravessa a região dos rotadores e dos abdutores. O texto relata maior exposição do glúteo superior nessa entrada e associação com lesão dos abdutores e pior marcha. O glúteo médio e o mínimo, inervados por esse nervo, sustentam a abdução do quadril; sua fraqueza explica o sinal clínico (Rockwood, 10ª ed., caps. 57, “O que cada entrada lesa”, e 53, “Músculos”).
O nome do nervo e a manifestação formam um par. Trocar superior por inferior ou substituir Trendelenburg por um movimento posterior do tronco perde a relação que a questão explora. A fonte não autoriza atribuir qualquer alteração de marcha ao mesmo mecanismo.
A lesão não é inevitável: ponto de entrada, trajetória e cuidado com partes moles influenciam o risco. Reconhecer a estrutura exposta serve para prevenção e para examinar a função depois da operação.
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