Na radiografia com estresse em gaveta posterior, a translação posterior da tíbia que sugere lesão combinada do cruzado posterior e do canto posterolateral é maior que
- 2,7 mm.
- 4 mm.
- 8 mm.
- 12 mm.
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Conceito-chave
Na gaveta posterior com estresse, translação posterior maior que 12 mm sugere lesão combinada do LCP e do canto posterolateral, alternativa D. O número deve ser mantido junto ao tipo de estresse: não é um corte de abertura lateral em varo.
O LCP é o restritor principal da translação posterior, mas o canto auxilia. O resumo descreve frouxidão de 5 a 11 mm após corte isolado do LCP a 90 graus, contra 15 a 21 mm quando se corta também o canto. A perda de ambos explica uma translação maior do que a esperada para o ligamento central isolado (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “Canto posterolateral” e “Radiografias com estresse”).
A tabela de estresse associa grau II, aproximadamente 9,8 mm ou acima de 8 mm, ao LCP isolado; grau III, aproximadamente 19,4 mm ou acima de 12 mm, ao padrão combinado. São referências do método descrito, que precisam ser interpretadas com técnica e comparação apropriadas.
Não misture direções nem unidades. Os 2,7 e 4 mm aparecem no estresse em varo para diferenciar colateral fibular isolado de lesão mais ampla do canto. A gaveta posterior mede outro deslocamento e usa outros valores.
Reconhecer o canto associado importa porque reconstruir só o LCP nesse joelho pode deixar instabilidade posterior residual. O número é uma pista da extensão da insuficiência, a ser correlacionada ao exame completo e à RM.
Por que esta questão foi criada. Questões reais do acervo usam medidas de estresse em varo e valgo. O simulado acrescenta a translação posterior e força a conservar a direção do teste ao escolher o limiar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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