Na lesão tipo STENER do joelho, a estrutura interposta entre o colateral medial superficial e a tíbia e a conduta são, respectivamente,
- pata de ganso; reparo agudo.
- pata de ganso; órtese articulada.
- cápsula medial; reparo agudo.
- cápsula medial; órtese articulada.
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Conceito-chave
A lesão tipo Stener do joelho ocorre quando a pata de ganso se interpõe entre o colateral medial superficial e a tíbia. A conduta é reparo agudo, alternativa A: o obstáculo impede que o ligamento volte a cicatrizar diretamente no osso.
O colateral superficial tem inserção longa na tíbia medial, profunda aos tendões da pata de ganso. Na avulsão distal, ele pode ficar deslocado por cima desse plano tendíneo. Mesmo protegendo o joelho, ligamento e osso permanecem separados pela interposição (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “O lado medial”).
O problema não é apenas frouxidão. Uma ruptura parcial isolada pode receber órtese articulada e cicatrizar em posição adequada. Na lesão tipo Stener, há um impedimento anatômico à cicatrização no lugar; por isso o consenso de 2021 citado no resumo inclui essas lesões entre as indicações de cirurgia aguda.
Não confunda essa interposição com a da luxação irredutível. Na covinha medial, o côndilo atravessa a cápsula e as partes moles ficam presas na articulação. Na Stener do joelho, a pata de ganso separa o ligamento avulsionado de sua inserção tibial.
Distinguir os dois mecanismos evita aplicar uma regra genérica de “lesão medial cicatriza sozinha”. O local da avulsão e a posição dos tecidos mudam a conduta.
Por que esta questão foi criada. Interposição medial pode significar problemas diferentes. O simulado separa a lesão tipo Stener, com pata de ganso e reparo agudo, da covinha por encarceramento capsular.
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