A luxação irredutível do joelho, com covinha na pele medial, ocorre tipicamente na luxação
- anterior.
- posterior.
- anteromedial.
- posterolateral.
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Conceito-chave
A covinha medial da luxação irredutível ocorre tipicamente no deslocamento posterolateral, alternativa D. A direção é descrita pela tíbia em relação ao fêmur; a estrutura que se torna proeminente e atravessa as partes moles é o côndilo femoral medial.
Sob valgo extremo, o côndilo medial passa pela cápsula em direção anteromedial, como um botão através de uma casa. A cápsula e outras partes moles mediais ficam presas no espaço articular. O sinal cutâneo traduz esse encarceramento, não apenas uma deformidade superficial (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “Exame e luxação irredutível”).
A cápsula medial é a interposição mais comum descrita; o colateral medial também pode ficar encarcerado. A barreira mecânica explica a falha da redução fechada e a indicação de redução aberta de emergência.
A tentativa de redução precisa terminar em congruência comprovada. Não basta melhorar a aparência externa se a covinha e a incongruência persistem. O capítulo recomenda confirmação por radioscopia após liberar as estruturas e reduzir o joelho.
O contraste com outros padrões também ajuda: na luxação anterior, a fonte descreve estiramento da poplítea; na posterior, compressão direta pela tíbia. Esses mecanismos vasculares não são o mesmo fenômeno da interposição medial típica da posterolateral. Todo padrão, porém, exige avaliação neurovascular.
Por que esta questão foi criada. A covinha e a interposição medial já são temas de questões reais. O simulado liga o achado à direção da luxação e ao mecanismo de passagem do côndilo pela cápsula.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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