No teste de rotação externa da tíbia (dial), o aumento da rotação predominante a 30 graus de flexão, com pouco aumento a 90 graus, indica lesão
- isolada do canto posterolateral.
- isolada do ligamento cruzado posterior.
- combinada do cruzado anterior e do canto posterolateral.
- combinada do cruzado posterior e do canto posterolateral.
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Conceito-chave
A rotação externa aumenta principalmente a 30 graus, com pouco aumento a 90. Esse é o padrão que favorece lesão isolada do canto posterolateral, alternativa A, com o LCP ainda funcionando no modelo descrito.
O teste do dial compara os dois lados a 30 e 90 graus. Não basta dizer que há “rotação a mais”; é preciso observar onde ela aparece. Quando se lesiona o canto e se mantém o LCP, o aumento é maior a 30. Com canto e LCP lesados, a rotação cresce em todos os ângulos e atinge o máximo a 90 (Rockwood, 10ª ed., cap. 61, “O teste do dial”).
O canto resiste a varo, rotação externa e translação posterior. O LCP contribui fortemente para a contenção posterior e modifica o comportamento do joelho em flexão. Essa cooperação explica por que acrescentar sua insuficiência altera o padrão do teste.
O resultado sugere um padrão; não substitui todo o exame. Deve-se correlacionar com gaveta posterior, estresses, sintomas e RM. A positividade predominantemente a 30 não demonstra, por si, uma lesão do LCA.
A utilidade clínica é não confundir duas lesões que podem exigir planos diferentes. Chamar todo dial positivo de lesão combinada do LCP acrescenta uma estrutura sem usar a informação de que o aumento a 90 é pequeno.
Por que esta questão foi criada. Questões do acervo cobram o dial positivo a 90 graus ou nos dois ângulos. Este simulado examina o contraste: predomínio a 30 graus com LCP funcionando.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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