Homem de 30 anos, após queda de altura, tem fratura do colo do tálus com o corpo luxado para posteromedial, pele tensa e falha de uma tentativa de redução fechada sob sedação. A conduta é
- nova tentativa de redução fechada sob sedação.
- redução aberta urgente por via posteromedial.
- tala em leve equino e fixação quando a pele melhorar.
- fixador externo com distração para reduzir o corpo.
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Conceito-chave
O corpo talar continua preso para posteromedial, a pele está tensa e uma tentativa fechada já falhou. O passo agora é redução aberta urgente, em geral por via posteromedial, alternativa B. Esperar apenas pela melhora do edema mantém a própria causa da pressão sobre a pele e as estruturas posteriores.
O fragmento pode ficar preso em uma casa de botão na cápsula ou na fáscia. Nesse caso, tracionar mais não desfaz necessariamente o aprisionamento. O resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “A redução é urgente; a fixação, nem sempre”, orienta não insistir: tentativas repetidas lesam partes moles, cartilagem e osso; a legenda citada recomenda abrir após falhar uma tentativa fechada.
O corpo posteromedial pode comprimir tendão e feixe tibiais posteriores. Além da pele, há um problema neurovascular a aliviar. A incisão deve ser planejada considerando as vias futuras, e a fixação pode ser realizada no mesmo ato se houver condições e experiência adequadas.
Redução urgente não obriga fixação definitiva improvisada. O capítulo admite programar a montagem conforme partes moles e recursos, mas isso pressupõe que o corpo esteja reduzido e a ameaça controlada. Fixador ou distrator usados apenas para esticar podem piorar a casa de botão, em vez de libertá-la.
Por que esta questão foi criada. O caso separa o que não pode esperar, a redução do corpo com pele ameaçada, do momento discutível da fixação definitiva e do uso inadequado de tração repetida.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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