Na luxação subtalar, o tipo mais frequente e o tendão que costuma bloquear a redução fechada do tipo lateral são, respectivamente,
- medial; fibulares.
- medial; tibial posterior.
- lateral; fibulares.
- lateral; tibial posterior.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Na luxação subtalar, o tipo mais comum é o medial. Quando a luxação é lateral e não reduz, o tibial posterior é uma estrutura que pode estar interposta. A combinação é B.
O nome subtalar, neste quadro, significa perda simultânea das relações talocalcânea e talonavicular, mantendo o tálus na pinça do tornozelo. A direção descreve a posição do pé em relação ao tálus, e não o sentido em que o tálus teria abandonado o tornozelo (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Luxação subtalar”).
O tipo medial representa cerca de 75% e geralmente resulta de inversão. O lateral se associa à eversão com carga axial e maior energia. No lateral, além do tibial posterior, o resumo cita os flexores longos do hálux e dos dedos como possíveis bloqueios; no medial, retináculo extensor, extensor curto dos dedos, cápsula e fibulares aparecem entre os obstáculos.
Falha da redução não é convite a aumentar a força indefinidamente. A interposição pode exigir redução aberta urgente. Depois de reduzir, a TC procura fragmentos osteocondrais e fraturas associadas que uma radiografia aparentemente melhor pode esconder. A energia e as lesões periarticulares pesam no prognóstico.
Por que esta questão foi criada. Ela exige guardar separadamente a direção mais frequente e o bloqueio tendíneo da direção oposta, sem confundir o pé deslocado com o tálus na pinça.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo