Na modificação de VALLIER para o tipo II de HAWKINS, o tipo IIB e o risco de necrose com colapso nesse grupo são, respectivamente,
- subtalar subluxada; nenhum caso.
- subtalar subluxada; cerca de 25%.
- subtalar luxada; nenhum caso.
- subtalar luxada; cerca de 25%.
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Conceito-chave
O tipo II de Hawkins não é um grupo vascularmente uniforme. Vallier separa IIA, com subtalar subluxada, de IIB, com subtalar luxada. Na série descrita, cerca de 25% dos IIB tiveram necrose com colapso: D.
A classificação de Hawkins conta as articulações fora do lugar na fratura do colo. No tipo II, a subtalar perde a congruência enquanto tornozelo e talonavicular permanecem preservados. A modificação de Vallier acrescenta uma distinção importante: subluxação parcial e luxação completa não significam a mesma agressão à vascularização e às partes moles (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Vallier: IIA e IIB”).
O resumo relata 81 fraturas, sem necrose no IIA e com necrose acompanhada de colapso em 25% dos IIB. Esse número pertence à série e ao desfecho especificado; não é uma garantia de risco individual nem uma taxa universal para qualquer Hawkins II.
A diferença também orienta a urgência. Um IIA sem pele ameaçada pode ser protegido para fixação programada conforme as partes moles; o IIB exige redução urgente. Reduzir o corpo e proteger pele e feixe não obriga a realizar a fixação definitiva em condições inadequadas.
Por que esta questão foi criada. A subdivisão desfaz a falsa equivalência entre toda subluxação e luxação do tipo II, conectando prognóstico vascular e prioridade da redução.
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