Na fratura do tálus, a fratura associada mais frequente no mesmo membro inferior e a segunda mais frequente são, respectivamente, as do
- tornozelo e calcâneo.
- calcâneo e tornozelo.
- tornozelo e pilão tibial.
- pilão tibial e calcâneo.
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Conceito-chave
O paciente com fratura do tálus deve ser examinado além do próprio tálus. No resumo, as fraturas ipsilaterais associadas mais frequentes são as do tornozelo, seguidas das do calcâneo, alternativa A.
A ordem vem acompanhada de números na fonte: tornozelo em 43% e calcâneo em 28%. São dados sobre as fraturas do tálus em geral, não uma demonstração de que um maléolo específico lidera todas as fraturas isoladas do colo. O Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “O que vem junto”, também descreve pilão e sindesmose entre as lesões associadas, sem colocá-los à frente do calcâneo.
A associação tem lógica mecânica. O tálus participa do encaixe maleolar e da subtalar; quando desloca para um dos lados, pode lesar os maléolos, e a energia do impacto também pode alcançar o calcâneo. Uma lesão radiográfica chamativa não deve encerrar o exame de um trauma que frequentemente tem múltiplos componentes.
As articulações luxadas e as partes moles em risco exigem redução urgente. Já procurar fraturas associadas requer exame sistemático e imagem dirigida; não é preciso inventar uma lesão adicional no paciente apenas porque uma porcentagem da série a apresentou.
Por que esta questão foi criada. Ela cobra a ordem das associações e o hábito de procurar lesões ipsilaterais, sem extrapolar dados do tornozelo para a superioridade de um maléolo isolado.
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