Na fratura do processo lateral do tálus, o tratamento cirúrgico é indicado quando há desvio da subtalar ou fragmento maior que
- 2 mm.
- 5 mm.
- 1 cm.
- 3 cm.
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Conceito-chave
Neste ponto do capítulo, um fragmento do processo lateral maior que 1 cm ou a presença de desvio da subtalar orientam tratamento cirúrgico. A pergunta pede o tamanho: C.
O processo lateral não é uma ponta extra-articular sem importância. Ele possui superfícies relacionadas à fíbula e à faceta posterior do calcâneo. Um fragmento grande pode retirar parte do suporte e criar incongruência ou instabilidade subtalar; essa instabilidade é indicação absoluta no resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Processo lateral”.
O corte é de tamanho do fragmento, não de degrau articular. Não se deve trocar 1 cm por 2 mm apenas porque outros capítulos usam milímetros para discutir desvios. Uma regra de outra fratura não pode substituir a medida que está sendo perguntada.
Fragmentos pequenos, com pouco ou nenhum desvio, podem ser tratados sem cirurgia segundo o trecho pertinente. Já um pequeno fragmento preso dentro da subtalar pode ser retirado, desde que isso não crie instabilidade. Assim, tamanho, posição e repercussão articular trabalham juntos; o limiar não dispensa leitura da imagem e julgamento da estabilidade.
Por que esta questão foi criada. Ela diferencia dimensão do fragmento e desvio articular, além de relacionar o tamanho à função estabilizadora do processo lateral.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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