No seguimento da fratura do colo do tálus, o momento em que surge o sinal de HAWKINS e o que ele indica são, respectivamente,
- 6 a 8 semanas; necrose do corpo.
- 6 a 8 semanas; viabilidade do corpo.
- 10 a 12 semanas; necrose do corpo.
- 10 a 12 semanas; viabilidade do corpo.
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Conceito-chave
Uma linha clara sob o domo talar, vista entre 6 e 8 semanas, é o sinal de Hawkins e aponta para viabilidade do corpo, alternativa B. Não é a imagem de uma nova fratura nem um marcador de que a necrose começou.
Sem carga, o osso vivo participa da reabsorção que produz osteopenia; a faixa subcondral fica menos densa na radiografia. O osso morto não responde da mesma maneira. Essa relação explica por que o sinal é favorável e por que a esclerose do corpo, ao contrário, pode acompanhar necrose (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “O sinal de Hawkins”).
A interpretação não é simétrica. Presença do sinal é altamente específica de viabilidade, mas sua ausência não confirma necrose. Pode haver sinal parcial e acometimento variável; os demais exames e o acompanhamento precisam ser interpretados no contexto. O resumo cita a RM como exame mais sensível para necrose precoce, sem convertê-la em substituto de toda radiografia de seguimento.
Também há dois relógios diferentes: 6–8 semanas é a janela do sinal radiográfico, enquanto 10–12 semanas é um período inicial de restrição de carga descrito no capítulo. Ver o sinal não autoriza, por si, apoio imediato, porque ainda importam consolidação e estabilidade da fratura.
Por que esta questão foi criada. Ela obriga a combinar o momento radiográfico com o significado biológico, evitando decorar o intervalo e inverter viabilidade por necrose.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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