Na radiografia em perfil a seguir, de uma fratura do colo do tálus, a articulação luxada e o tipo de HAWKINS são, respectivamente,

- subtalar; tipo II.
- subtalar; tipo III.
- tibiotalar; tipo II.
- tibiotalar; tipo III.
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Conceito-chave
O corpo do tálus permanece sob o pilão, mas a relação com o calcâneo está perdida no perfil. Na fratura do colo mostrada, essa combinação corresponde à luxação subtalar de Hawkins II, alternativa A.
A leitura começa pelas superfícies articulares. O domo talar deve manter congruência com a tíbia, e a faceta posterior do calcâneo deve se relacionar com a face inferior do corpo talar. Na imagem, não é a mesma coisa dizer que o tálus se separou do pé e dizer que abandonou o tornozelo. Essa distinção separa II de III (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Radiografias” e “Hawkins”).
| Tipo | Relações perdidas na fratura do colo |
|---|---|
| II | Subtalar; tibiotalar e talonavicular preservadas |
| III | Subtalar e tibiotalar |
| IV | Acrescenta a talonavicular |
A classificação não mede sozinha a perfusão de cada paciente. Vallier distingue o tipo II com subluxação do que tem luxação completa, porque o prognóstico vascular não é igual. O corpo luxado e as partes moles ameaçadas exigem redução urgente, mesmo que a fixação definitiva seja programada conforme as condições locais.
Por que esta questão foi criada. A figura obriga a seguir a congruência de cada articulação e evita chamar toda luxação associada à fratura do colo de Hawkins III.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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