Na necrose avascular após fratura do colo do tálus, o exame mais sensível para o diagnóstico precoce e a região do domo mais acometida são, respectivamente,
- TC; anteromedial.
- TC; posterolateral.
- RM; anteromedial.
- RM; posterolateral.
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Conceito-chave
Para detectar precocemente necrose avascular após fratura do colo, o resumo destaca a ressonância magnética. A região mais acometida é a posterolateral do domo, combinação D.
O tálus recebe sangue por poucas áreas livres de cartilagem. A artéria do canal do tarso, os ramos deltoides, a rede do seio do tarso e a dorsal do pé participam dessa irrigação. A região posterolateral do domo está mais distante do colo medial e é apontada como especialmente vulnerável (Rockwood, 10ª ed., cap. 66, “Anatomia e vascularização” e “RM, colapso e o tempo longo”).
RM e TC procuram problemas diferentes nesta pergunta. A RM identifica alterações medulares precoces: o resumo descreve hipossinal em T1 e aumento de sinal em T2 desde a segunda semana do infarto, com detecção em três semanas em estudos. A TC é fundamental para morfologia de fratura, fragmentos, congruência e avaliação de colapso, mas não é o exame mais sensível escolhido para necrose precoce.
O diagnóstico precoce também não equivale a uma mudança automática de tratamento. O capítulo registra que ele não modifica, por si, o tratamento da fratura do colo. O seguimento continua porque necrose, consolidação e colapso não são acontecimentos idênticos, nem necessariamente simultâneos.
Por que esta questão foi criada. O par exame/região separa a avaliação vascular precoce da análise óssea estrutural e exige localizar a vulnerabilidade do domo.
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