Na fratura diafisária da tíbia com síndrome compartimental aguda, o momento da fasciotomia em relação à estabilização e o efeito da haste intramedular fresada sobre a síndrome são, respectivamente,
- depois da estabilização; aumenta o risco.
- depois da estabilização; não aumenta o risco.
- antes da estabilização; aumenta o risco.
- antes da estabilização; não aumenta o risco.
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Conceito-chave
A fasciotomia vem antes da estabilização, e a haste intramedular fresada não aumenta a ocorrência de síndrome. A prioridade é remover a pressão que mantém o músculo isquêmico. Estabilizar a fratura é importante, mas não pode acrescentar atraso desnecessário à descompressão.
Depois da liberação e do desbridamento, a fixação protege partes moles e facilita o acesso a elas. Na diáfise tibial, a haste fresada é considerada pelos autores provavelmente o tratamento de escolha. O resumo ressalva que gesso na tíbia com síndrome é contraindicado, embora o tratamento da fratura não precise mudar radicalmente em outros aspectos.
Pressão perioperatória elevada não equivale automaticamente a uma síndrome persistente. Estudos com hastes fresadas e não fresadas mostraram elevação transitória que se dissipava, sem aumento da síndrome. Uma curva que volta a subir merece atenção. Tração excessiva e posicionamento inadequado são problemas reais, mas não demonstram que a fresagem em si seja a causa.
Leia “A fratura associada”, na Biblioteca. Relacione a ordem dos tempos à proteção muscular e diferencie pico transitório de pressão de uma tendência progressivamente ameaçadora.
Por que esta questão foi criada. A ordem fasciotomia/fixação já foi cobrada no CET-PR; o efeito da haste acrescenta uma distinção útil entre um receio histórico e os resultados apresentados no resumo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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