Após a fasciotomia da perna, a reavaliação cirúrgica programada e a ferida que mais vezes permite fechamento primário retardado são, respectivamente,
- em cerca de 48 horas; a lateral.
- em cerca de 48 horas; a medial.
- em cerca de 7 dias; a lateral.
- em cerca de 7 dias; a medial.
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Conceito-chave
A ferida fica aberta após a fasciotomia, com revisão em cerca de 48 horas. Descompressão não encerra o tratamento: é necessário reavaliar a viabilidade muscular e desbridar tecido inviável. Fechar imediatamente pode recriar a restrição que acabou de ser liberada.
Na revisão, o fechamento depende de toda a musculatura estar viável e de a pele aproximar sem tensão. O resumo descreve fechamento primário retardado como mais frequentemente possível na ferida medial da perna, em comparação à lateral. A letra da prova combina um momento de reavaliação com uma possibilidade de fechamento, sem torná-lo obrigatório.
Os autores preferem fechar nessa revisão, diretamente ou com enxerto, quando as condições permitem. Necrose residual justifica adiar. Dermatotração é outra estratégia, mas pode prolongar o processo e comprometer bordas; não corresponde a esperar sete dias para a primeira inspeção programada.
Leia “A ferida: aberta, revisão em 48 horas”, na Biblioteca. Separe três decisões: deixar aberto no primeiro ato, rever a viabilidade e só então escolher a cobertura adequada.
Por que esta questão foi criada. O fechamento imediato e a dispensa de desbridamento aparecem como erros em questões de fasciotomia. O par 48 horas/medial testa o passo seguinte à descompressão, com implicação direta para segurança da ferida.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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