Na síndrome compartimental aguda, a parestesia e a paresia, como sinais diagnósticos, têm
- alta sensibilidade e alta especificidade.
- alta sensibilidade e baixa especificidade.
- baixa sensibilidade e baixa especificidade.
- baixa sensibilidade e alta especificidade.
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Conceito-chave
Parestesia e paresia têm baixa sensibilidade e alta especificidade. Sensibilidade é a capacidade de um achado aparecer nos pacientes que têm a doença; especificidade é sua capacidade de permanecer ausente nos que não a têm. Um sinal pode falhar em muitos casos verdadeiros e, ainda assim, ser relativamente incomum nos pacientes sem síndrome.
A tabela do resumo informa sensibilidade de cerca de 13% para alteração sensitiva ou motora, com especificidade de 98% para parestesia e 97% para paresia. A ausência desses achados, portanto, é pouco tranquilizadora. A presença aumenta a preocupação, mas precisa de contexto, inclusive porque pode existir lesão nervosa associada.
Esses déficits também aparecem tarde. Esperar fraqueza ou alteração sensitiva para reconhecer o quadro pode significar deixar a isquemia evoluir. Dor desproporcional pode surgir antes no paciente acordado, mas também tem limitações; nos pacientes de risco, a monitorização contínua e a tendência do delta P ajudam a antecipar a decisão.
Leia a tabela de desempenho dos sinais e os itens “Parestesia” e “Paralisia” na Biblioteca. Pergunte separadamente o que a presença e a ausência de cada sinal permitem concluir.
Por que esta questão foi criada. A baixa sensibilidade dos sinais clássicos muda a segurança da investigação. É um ponto com chance de cobrança porque impede usar exame neurológico normal como exclusão de uma emergência.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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