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Questão de Fratura transtrocantérica (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFratura transtrocantéricaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura ao redor da ponta da haste cefalomedular curta, a incidência e o sintoma que costuma precedê-la são, respectivamente,

  1. 0,7% a 1,7%; dor no meio da coxa.
  2. 0,7% a 1,7%; encurtamento do membro.
  3. 5% a 7%; dor no meio da coxa.
  4. 5% a 7%; encurtamento do membro.
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Gabarito: A · 0,7% a 1,7%; dor no meio da coxa.

Conceito-chave

A concentração de tensão junto da ponta de uma haste cefalomedular pode provocar dor no meio da coxa antes da fratura. A incidência relatada com os desenhos atuais é de 0,7% a 1,7%. A alternativa A conserva o sintoma e a frequência. O resumo descreve dor na coxa; a expressão “no meio” vem da alternativa e não deve ser tratada como localização obrigatória.

A ponta do implante é uma transição mecânica relevante. O capítulo relaciona o risco a haste grossa e rígida, ponta romba, parafuso distal grosso ou perto da ponta, aperto excessivo e haste curta demais para uma fratura com extensão subtrocantérica. A prevenção começa no planejamento do comprimento e na técnica de inserção (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Complicações”).

A dor não significa que toda coxa sintomática já tenha ou desenvolverá essa fratura. É um sinal de alerta possível, que precisa ser interpretado no contexto do implante, do exame e da imagem. Da mesma forma, a ausência de dor prévia não garante que a região nunca frature.

Encurtamento e medialização pertencem à discussão de consolidação viciosa e perda das relações proximais; não são o sintoma premonitório destacado para a ponta da haste. A pergunta exige distinguir uma deformidade estabelecida de um aviso doloroso antes da falha óssea.

O tratamento também depende de onde a nova fratura ocorreu: abaixo de haste curta, o capítulo descreve troca por longa; acima do joelho com haste longa, placa distal. Leia no resumo da Biblioteca essa relação entre posição da fratura e montagem existente. O implante já presente faz parte do problema, não apenas do histórico.

Por que esta questão foi criada. Liga a região de concentração de tensão ao sintoma que pode anteceder sua fratura, sem tornar dor inespecífica um diagnóstico automático.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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