Na fratura trocantérica, o fator que favorece a necrose avascular da cabeça femoral e a incidência dela são, respectivamente,
- cominuição posteromedial; 1% a 2%.
- cominuição posteromedial; 10% a 15%.
- posição alta do implante; 1% a 2%.
- posição alta do implante; 10% a 15%.
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Conceito-chave
A necrose avascular da cabeça após fratura trocantérica é rara, e o resumo a associa a haste ou parafuso muito altos, além de rotação da cabeça na cirurgia. A incidência apresentada é de 1% a 2%. O par correto é C.
A trocantérica é extracapsular e está numa região bem vascularizada. Seu problema predominante é manter uma redução mecanicamente adequada até consolidar; isso difere do contexto do colo femoral. Ainda assim, circulação favorável não elimina o risco de agressão à cabeça durante a fixação (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Como ler este capítulo” e “Complicações”).
É importante distinguir necrose de cut-out. No cut-out, o fragmento cabeça-colo colapsa em varo e o parafuso corta o osso para cima, associado a má redução e posição. Na necrose, a discussão é a viabilidade da cabeça. Um implante alto aparece como fator desfavorável no resumo, mas isso não transforma as duas complicações no mesmo diagnóstico.
A cominuição posteromedial compromete o calcar e o suporte mecânico. Ela importa para estabilidade e escolha da montagem, porém não é o fator específico que o capítulo oferece para a necrose na comparação desta questão. A fonte também orienta evitar rodar a cabeça ao inserir o parafuso, mostrando que a prevenção envolve o modo de introdução, além da posição final.
No resumo da Biblioteca, compare as complicações e seus mecanismos. Os 1% a 2% descrevem a incidência citada, sem garantir que um paciente individual esteja protegido ou prever necrose em todo parafuso alto.
Por que esta questão foi criada. Separa a complicação vascular rara do problema mecânico de perda de suporte posteromedial e de cut-out.
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