Na síndrome compartimental aguda da perna, o protocolo de Edimburgo indica a fasciotomia quando a pressão diferencial (diastólica menos intracompartimental) fica
- abaixo de 20 mmHg em uma medida.
- abaixo de 30 mmHg em uma medida.
- abaixo de 20 mmHg por mais de 2 horas.
- abaixo de 30 mmHg por mais de 2 horas.
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Conceito-chave
O protocolo de Edimburgo combina pressão diferencial e persistência no tempo. Delta P é a diastólica menos a pressão do compartimento. O critério descrito para o paciente monitorizado é abaixo de 30 mmHg por mais de duas horas, com atenção à tendência da curva.
A diferença representa margem de perfusão, não pressão absoluta. Se a pressão tecidual sobe com diastólica estável, o delta cai. Se o paciente fica hipotenso, a mesma pressão do compartimento se torna mais ameaçadora. O acompanhamento da pressão arterial é parte do método, sem substituir o valor da curva por uma medida isolada.
O resumo relata falso-positivos com leitura única e valores transitórios altos depois de estabilização tibial que podem diminuir espontaneamente. Em contrapartida, sinais clínicos claros e múltiplos exigem descompressão urgente; a regra de duas horas não é autorização para esperar em um quadro já estabelecido.
Leia “O limiar: delta P abaixo de 30 mmHg por mais de 2 horas”, na Biblioteca. A referência só faz sentido mantendo juntos fórmula, duração e contexto de monitorização.
Por que esta questão foi criada. Contrasta o delta de perfusão com pressão absoluta e duração; o TARO 2015 e o ENARE R4 2025 cobraram a fórmula, e o TARO 2012 usou o número 30 em outra redação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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