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Questão de Fratura transtrocantérica (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFratura transtrocantéricaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na pseudartrose da fratura trocantérica fixada com haste cefalomedular, o período em que se tenta a dinamização e a posição da extremidade lateral do parafuso cefálico que pode torná-la ineficaz são, respectivamente,

  1. 3 e 6 meses; dentro da cortical.
  2. 3 e 6 meses; fora da cortical.
  3. 6 e 12 meses; dentro da cortical.
  4. 6 e 12 meses; fora da cortical.
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Gabarito: A · 3 e 6 meses; dentro da cortical.

Conceito-chave

Na falta de união da trocantérica com haste, o capítulo descreve tentativa de dinamização entre três e seis meses. Ela pode ser ineficaz se a extremidade lateral do parafuso cefálico ficou dentro da cortical, impedindo o deslizamento necessário. É a alternativa A.

Dinamizar pretende permitir que o foco se aproxime e receba compressão funcional. Esse movimento exige um trajeto livre no componente cefálico. O resumo afirma que a ponta lateral precisa estar fora da cortical; se estiver presa dentro dela, acrescentar possibilidade de movimento em outra parte da montagem não garante que o foco realmente consiga impactar (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Complicações”).

A presença de material não demonstra que a mecânica esteja adequada. Também é preciso avaliar redução e posição do implante, fatores relacionados à pseudartrose no capítulo. O intervalo de três a seis meses é o momento da tentativa descrita, e não prova automática de diagnóstico de pseudartrose em todo paciente que ainda não consolidou aos três meses.

Se a dinamização não for possível ou não funcionar, o resumo admite revisão com haste mais grossa e fresagem ou fixação extramedular; enxerto raramente é necessário na descrição. Uma haste quebrada costuma refletir a solicitação persistente por falta de união, frequentemente na região por onde o parafuso cefálico a atravessa.

No resumo da Biblioteca, compare a condição de deslizamento com a falha do implante. A pergunta não é apenas “quando mexer na montagem”, mas se o movimento que se deseja liberar está mecanicamente disponível.

Por que esta questão foi criada. Testa uma causa de dinamização ineficaz que pode ser perdida quando se pensa apenas no bloqueio distal e não no curso cefálico.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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