A radiografia mostra penetração central do parafuso cefálico, que não deslizou lateralmente com o colapso da fratura. A incidência desse fenômeno e o seu nome são

- 2%; cut-in.
- 2%; cut-out.
- 5%; cut-in.
- 5%; cut-out.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
O parafuso avançou craniomedialmente através da cabeça, sem acompanhar o colapso por deslizamento lateral: é cut-in, alternativa A. O resumo relata frequência de cerca de 2% para esse fenômeno nas hastes.
A falha se relaciona à osteoporose e ao travamento do parafuso. Em vez de a montagem permitir impactação controlada, o implante progride em direção à articulação. A figura mostra a posição central penetrante, distinta da saída superior durante o colapso em varo do cut-out (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Cut-out e cut-in”).
O percentual vem da fonte, não da radiografia. Uma imagem permite reconhecer o padrão, mas não medir incidência. Os 2% são aproximados e não representam a chance de qualquer paciente operado com qualquer implante.
A conduta depende da penetração articular e dos sintomas. O resumo admite trocar ou retirar o parafuso quando não houve penetração; na presença de penetração sintomática, é necessária revisão. Não se escolhe o tratamento apenas pelo nome da complicação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo