A radiografia mostra fratura transversa trocantérica fixada com parafuso deslizante. A complicação observada e o implante hoje recomendado para esse tipo de fratura são

- cut-out; placa de 95 graus.
- cut-out; haste cefalomedular.
- medialização do fêmur; placa de 95 graus.
- medialização do fêmur; haste cefalomedular.
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Conceito-chave
A imagem mostra medialização da diáfise após fixação de uma transversa trocantérica com DHS. O parafuso permanece na cabeça; o problema principal apontado é a perda do batente lateral e do apoio entre os segmentos. Para esse padrão A3, a recomendação atual do resumo é haste cefalomedular, alternativa D.
Sem parede lateral capaz de conter a impactação, o deslizamento deixa de ser controlado e os adutores trazem a diáfise para medial. Perde-se offset e contato ósseo, com piora funcional e maior dificuldade de consolidação. O aspecto é diferente do parafuso cortando a cabeça para cima no cut-out (Rockwood, 10ª ed., cap. 54).
Uma placa rígida de 95 graus não é a solução preferida desse mecanismo. O capítulo relata falha elevada dessas montagens nas A3 e sua substituição pela haste. A posição central da haste diminui o braço de alavanca e contém melhor a medialização.
A imagem de falha serve para entender por que classificar o traço e avaliar a parede antes de escolher o implante. Não permite afirmar sozinho consolidação, pseudartrose ou sintomas do paciente.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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