Na fratura trocantérica, a segunda fratura associada mais comum e a frequência total de fraturas associadas são, respectivamente,
- úmero proximal contralateral; 4%.
- úmero proximal contralateral; 10%.
- úmero proximal ipsilateral; 4%.
- úmero proximal ipsilateral; 10%.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
Depois do rádio distal, a segunda fratura associada mais comum descrita na transtrocantérica é a do úmero proximal ipsilateral. A frequência total de fraturas associadas é de cerca de 4%. É a alternativa C.
O resumo informa rádio distal do mesmo lado em 2% e úmero proximal do mesmo lado em 1%. Esses valores descrevem locais específicos; os 4% referem-se ao conjunto dos pacientes com outra fratura. Não se deve usar a frequência de um osso como se fosse a de todas as associações, nem somar os dois grupos para afirmar que esgotam todos os casos (Rockwood, 10ª ed., cap. 54, “Quem sofre e o que esperar”).
A queda de lado com apoio da mão do mesmo lado ajuda a compreender por que o membro superior ipsilateral aparece tanto. O quadril doloroso não elimina a necessidade de avaliar o restante do membro e as outras regiões atingidas. O capítulo também lembra trauma craniano e, menos frequentemente, fraturas da pelve.
A questão começa na segunda associação, não na primeira. O rádio distal continua sendo o mais comum, mas a resposta aqui pede reconhecer o úmero proximal, conservar o lado e aplicar a frequência ao denominador correto.
No resumo da Biblioteca, confira a sequência e o mecanismo. Os números ajudam a orientar a atenção clínica, sem permitir presumir uma segunda fratura em todo paciente.
Por que esta questão foi criada. Testa a associação que vem depois do rádio distal e distingue a frequência total da frequência de um local específico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo