Na fratura do colo do fêmur, comparada à não cimentada, a hemiartroplastia cimentada tem, em fraturas periprotéticas e em eventos de embolia pulmonar, respectivamente,
- menos; menos.
- menos; mais.
- mais; menos.
- mais; mais.
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Conceito-chave
O cimento traz uma comparação que não cabe resumir como “melhor em tudo”. Na hemiartroplastia por fratura do colo, a haste cimentada teve menos fraturas periprotéticas, mas um pouco mais embolia pulmonar do que a não cimentada nos resultados apresentados.
A fratura periprotética é uma quebra do osso ao redor da prótese; é um problema diferente do evento embólico pulmonar. A questão pede a direção de dois desfechos, não a descrição de um único mecanismo que deveria melhorar ambos. A revisão Cochrane e o WHiTE 5 também favoreceram cimentação em qualidade de vida aos quatro meses e mortalidade aos 12 meses, por isso os autores mantêm sua preferência apesar da ressalva embólica (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Hemiartroplastia”).
O aumento de um evento não deve ser ocultado para defender o tratamento, assim como não deve apagar o conjunto dos resultados favoráveis. Leia o balanço no resumo da Biblioteca, sem transformar comparação populacional em promessa individual.
Por que esta questão foi criada. Exige reconhecer um benefício e uma desvantagem na mesma estratégia, uma leitura mais útil do que classificar o cimento como inteiramente bom ou ruim.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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