Para reduzir o diagnóstico tardio da fratura do colo associada à fratura da diáfise do fêmur, TORNETTA recomenda TC de cortes finos e radiografia AP do colo em
- tração.
- abdução.
- rotação externa.
- rotação interna.
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Conceito-chave
Uma fratura diafisária evidente pode desviar a atenção de uma fratura do colo sem desvio, na mesma perna. O padrão proximal típico dessa associação é basocervical e vertical. O protocolo de Tornetta descrito combina tomografia de cortes finos com AP do colo em rotação interna.
A rotação pedida é a posição específica do exame radiográfico. Não confunda isso com a tração pré-operatória mantida: embora a manobra também possa envolver rotação interna, o contexto, o objetivo e a duração são diferentes. A questão é de busca diagnóstica por uma lesão que, historicamente, passou despercebida em até 30% dos casos associados (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Colo e diáfise do mesmo lado”).
Diagnosticar o colo muda o planejamento porque há risco de necrose e pseudartrose. No resumo da Biblioteca, acompanhe o protocolo diagnóstico antes de comparar as opções de estabilização.
Por que esta questão foi criada. A grande lesão da diáfise pode ocultar a proximal; a posição radiográfica faz parte de uma procura ativa, e não de um detalhe decorativo do exame.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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