A fratura basocervical do colo do fêmur comporta-se como extracapsular; o implante preferido pelo autor para fixá-la e a proporção dela entre as fraturas do quadril são
- parafusos canulados; 2% a 3%.
- parafusos canulados; 10%.
- parafuso deslizante; 2% a 3%.
- parafuso deslizante; 10%.
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Conceito-chave
A fratura basocervical fica na base do colo e representa apenas 2% a 3% das fraturas do quadril. Embora sua classificação possa incluí-la entre variedades intracapsulares, seu comportamento após a fixação faz os autores tratá-la como extracapsular, com parafuso deslizante, o DHS.
DHS significa um sistema de parafuso deslizante associado a placa. O ponto da questão é a escolha para esse padrão da base, não uma superioridade universal do implante sobre parafusos canulados em todas as fraturas do colo. Para a maioria das fraturas sem desvio, por exemplo, o capítulo aceita ambos; na basocervical, explicita a preferência pelo deslizante (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Basocervical”, “Fratura sem desvio” e “Algoritmo dos autores”).
Separe localização, comportamento e classificação. Um nome dentro do colo não obriga que a estratégia mecânica seja idêntica à de uma fratura subcapital. O resumo da Biblioteca apresenta essa exceção de forma direta.
Por que esta questão foi criada. A basocervical é uma situação em que a localização exige ajustar a escolha do implante; o percentual também impede tratá-la como a maioria das fraturas do quadril.
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