Na fratura do colo do fêmur, a frequência de fratura ou luxação associada e o risco de segunda fratura do quadril em 2 anos nas mulheres são, respectivamente, cerca de
- 2%; 5%.
- 2%; 10%.
- 4%; 5%.
- 4%; 10%.
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Conceito-chave
São duas perguntas epidemiológicas com denominadores diferentes. A primeira olha os pacientes com fratura do colo e pergunta quantos apresentam outra fratura ou luxação associada: pouco mais de 4%. A segunda acompanha quem já sofreu uma fratura do quadril e estima uma segunda fratura em dois anos, chegando perto de 10% nas mulheres.
As lesões associadas são sobretudo de membro superior, como rádio distal e úmero proximal. Já a segunda fratura evidencia que os fatores de fragilidade e queda continuam presentes depois do primeiro episódio. Nos homens, a estimativa apresentada é menor, cerca de 5%; não deve ser transferida para a população feminina da questão (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Lesões associadas” e “A segunda fratura”).
Esses valores aproximados não são risco individual nem justificam somar os dois percentuais: eles medem eventos distintos. Leia essas seções no resumo da Biblioteca relacionando o primeiro dado ao atendimento inicial e o segundo à prevenção secundária.
Por que esta questão foi criada. Distingue lesão concomitante de nova fratura futura e exige manter sexo e intervalo de seguimento ligados à estimativa correta.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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