Na fratura do colo do fêmur, o comprimento do eixo do quadril e o ângulo cervicodiafisário associados a maior risco são, respectivamente,
- maior; maior.
- maior; menor.
- menor; maior.
- menor; menor.
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Conceito-chave
Na queda de lado, a força aplicada ao trocânter chega ao colo por um braço de alavanca. Um eixo do quadril mais longo aumenta esse braço; um ângulo cervicodiafisário menor, em direção à coxa vara, também aumenta o risco de fratura descrito pelo capítulo.
O eixo do quadril é medido do trocânter, passando pelo colo, até a tábua interna da pelve. Já o ângulo cervicodiafisário compara colo e diáfise. Não são duas medidas do mesmo objeto: comprimento e inclinação modificam a geometria com que a carga atua. A resistência do osso continua importante; os parâmetros anatômicos não substituem avaliação de osteoporose e risco de quedas (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Geometria do fêmur proximal” e “Quem sofre e por quê”).
Visualize um colo mais horizontal sob a força da queda para compreender o par maior/menor. A anatomia aplicada do resumo da Biblioteca ajuda a ligar os números ao mecanismo.
Por que esta questão foi criada. Cobra o sentido de duas associações geométricas, uma de comprimento e outra angular, que se confundem quando decoradas sem o braço de alavanca.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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