A parcela da perfusão da cabeça femoral que cabe à circunflexa femoral medial e a distância da crista intertrocantérica em que seu ramo profundo emerge na borda proximal do quadrado femoral são, respectivamente,
- 82%; 1,5 cm.
- 82%; 3 cm.
- 90%; 1,5 cm.
- 90%; 3 cm.
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Conceito-chave
A cabeça femoral adulta depende principalmente do ramo profundo da artéria circunflexa femoral medial. O estudo de perfusão citado pelo capítulo atribui a ela cerca de 82% do fluxo e à circunflexa lateral cerca de 18%. Esses percentuais pertencem ao estudo, não são uma proporção invariável em qualquer paciente.
O segundo dado localiza uma região anatômica: o ramo profundo aparece posteriormente entre o quadrado femoral e o gêmeo inferior e emerge na borda proximal do quadrado, cerca de 1,5 cm medial à crista intertrocantérica. Depois passa à frente do tendão conjunto e penetra a cápsula; seus ramos retinaculares superiores sobem junto ao colo até a cabeça. A medida de 1,5 cm descreve essa relação, não uma distância universal de segurança para toda dissecção (resumo do Rockwood, 10ª ed., cap. 53, “Irrigação da cabeça femoral”).
A importância clínica é enxergar o vaso junto às estruturas que podem ser deslocadas pelo trauma ou abordadas na cirurgia. Leia o trajeto completo no resumo da Biblioteca acompanhando o colo de posterior para proximal.
Por que esta questão foi criada. Une a dominância vascular a um marco de trajeto cirúrgico; saber apenas o nome da artéria não esclarece onde ela está vulnerável.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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