Na série de MATTA, sem profilaxia, a ossificação heterotópica clinicamente importante após a fixação do acetábulo foi mais frequente com a via
- ilioinguinal.
- KOCHER-LANGENBECK.
- iliofemoral estendida.
- anterior intrapélvica.
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Conceito-chave
Na série de Matta sem profilaxia, a via com mais ossificação heterotópica clinicamente importante foi a iliofemoral estendida: 20%, alternativa C. As taxas comparadoras foram 8% na Kocher-Langenbeck e 2% na ilioinguinal.
A ossificação se associa às vias que descolam músculo da face externa do ílio. A estendida eleva glúteos e tensor e oferece exposição ampla às duas colunas, ao custo de maior agressão local. Esse contexto ajuda a entender a associação observada; não significa que todo paciente desse acesso vá ossificar (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Ossificação heterotópica”).
Osso na radiografia e perda de função não são a mesma medida. O resumo distingue a frequência radiográfica, muito variável, da repercussão clínica e considera perda de mais de 20% do movimento total uma definição útil de gravidade. A tabela perguntada é de ossificação clinicamente importante, não de qualquer foco no AP.
Os números pertencem à série e à condição sem profilaxia. Não fornecem uma taxa para todo acesso anterior intrapélvico, nem resolvem a escolha atual de profilaxia, assunto que o capítulo mantém controverso.
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