No acesso intrapélvico de STOPPA modificado para fratura do acetábulo, o nervo que corre risco particular, lesado em cerca de um quarto dos pacientes em uma série, é o
- femoral.
- cutâneo femoral lateral.
- ciático.
- obturatório.
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Conceito-chave
No Stoppa modificado, o obturatório cruza o campo intrapélvico logo abaixo da borda pélvica. É o nervo particularmente exposto da alternativa D; a fraqueza dos adutores é o achado funcional citado.
A via trabalha pela face interna da pelve e favorece acesso à superfície quadrilátera. Evita a dissecção da janela média da ilioinguinal, mas não cria um campo sem estruturas nobres: é preciso localizar o obturatório e controlar as anastomoses da corona mortis. O tronco lombossacral também atravessa o campo (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Stoppa modificado”).
O dado numérico do resumo tem uma inconsistência. O texto registra “13 de 57” e “26%” para fraqueza dos adutores, valores que não correspondem entre si. Isso não muda a identificação anatômica, mas impede ensinar aquele percentual como taxa exata ou universal. A série relata recuperação da maioria em doze meses.
Outros nervos continuam em risco por posição, tração ou extensão do acesso. A escolha do obturatório não significa que o ciático, o femoral ou o cutâneo femoral lateral sejam impossíveis de lesar; ela reconhece quem cruza diretamente o campo descrito.
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