Na via de KOCHER-LANGENBECK, a variação anatômica mais comum na relação entre o nervo ciático e o músculo piriforme é
- o nervo inteiro atravessar o músculo.
- a divisão fibular atravessar o músculo e a divisão tibial passar abaixo dele.
- a divisão fibular passar acima e a divisão tibial abaixo do músculo.
- o nervo inteiro passar acima do músculo.
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Conceito-chave
Ao expor o ciático na via posterior, encontrar a divisão fibular atravessando o piriforme e a tibial passando abaixo representa a variação mais frequente descrita, alternativa B. O padrão habitual, com o nervo inteiro abaixo do músculo, não é a variação pedida.
O resumo informa cerca de 84% para o trajeto inteiro inferior e 12% para a divisão fibular intramuscular com a tibial inferior. Quando parte do nervo atravessa o piriforme, o músculo pode aparecer dividido, com dois tendões. Isso muda o que se pode seccionar com segurança (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “Ciático e piriforme”).
O nervo é encontrado antes sobre o quadrado femoral. Segui-lo até o piriforme evita presumir que tudo o que cruza o campo seja tendão. Na Kocher-Langenbeck, o ciático deve ser visto e protegido; manter o joelho em flexão e evitar tração excessiva também fazem parte da proteção.
O aprendizado útil é distinguir normalidade de variante e divisão parcial de nervo inteiro. Não é preciso atribuir um percentual a uma relação que a tabela não quantificou para eliminar o distrator.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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