Pelos critérios biomecânicos de VRAHAS, a fratura tem acetábulo íntegro suficiente para tratamento conservador quando os arcos de teto medial, anterior e posterior são maiores que, respectivamente,
- 45, 45 e 45 graus.
- 25, 45 e 70 graus.
- 70, 25 e 45 graus.
- 45, 25 e 70 graus.
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Conceito-chave
Os limites biomecânicos de Vrahas, na ordem medial, anterior e posterior, são maior que 45, 25 e 70 graus, alternativa D. Cada arco corresponde a uma incidência: AP, obturatriz e ilíaca, respectivamente.
O ângulo é traçado entre uma vertical pelo centro da cabeça e uma linha do centro até o ponto onde a fratura chega à superfície articular. Quanto maior o arco, maior a região de teto que permaneceu íntegra. Mede-se nas três vistas, com a cabeça concêntrica e sem tração, para não criar alinhamento artificial (Rockwood, 10ª ed., cap. 51, “O teto e o arco de Matta”).
O critério antigo de 45 graus para todos os arcos é diferente. O resumo relata uma transversa com 50 graus nas três vistas que subluxou depois; ela atendia ao corte antigo, mas não aos 70 graus posteriores de Vrahas. Isso explica por que decorar três valores iguais pode falhar.
Esses ângulos avaliam suficiência do teto em padrões aos quais o método se aplica. Não servem para ambas as colunas nem para parede posterior, e não dispensam estabilidade, congruência e avaliação clínica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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