Fratura pequena da parede posterior, com o quadril reduzido e congruente na tomografia. Para decidir entre cirurgia e tratamento conservador, o método mais confiável é
- medir o fragmento na tomografia: menos de 20% da parede indica estabilidade.
- o exame dinâmico sob anestesia, com radioscopia na oblíqua obturatriz.
- a história de luxação: sem luxação, o quadril é estável.
- o arco de teto posterior medido na oblíqua ilíaca.
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Conceito-chave
Um quadril reduzido e congruente na TC pode ser instável durante o movimento e a carga. Para a fratura pequena da parede posterior, o método mais confiável do resumo é o exame dinâmico sob anestesia com radioscopia em oblíqua obturatriz, alternativa B.
A TC mostra a forma da fratura; o estresse testa se a parede restante contém a cabeça. O teste descrito por Moed usa flexão além de 90 graus, adução, rotação interna e força posterior ao longo do fêmur. Fragmentos craniais também devem ser avaliados em extensão e adução sob carga axial (Rockwood, 10ª ed., cap. 51).
Não se busca reluxar o quadril. Subluxação, alargamento do espaço medial ou perda do paralelismo já revelam instabilidade. Um fragmento pequeno e superior pode falhar em extensão, posição relevante para a marcha.
O antigo corte de menos de 20% da parede na TC não garante estabilidade. Também não basta saber se houve luxação. É a resposta dinâmica, junto à anatomia e à congruência, que evita escolher tratamento conservador com base numa imagem estática tranquilizadora.
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