Na radioscopia em perfil do sacro durante a passagem do parafuso iliossacral, a estrutura indicada pela seta azul, posterior à qual o instrumental deve permanecer, corresponde

- à borda cefálica do túnel de S1, onde passa a raiz de S1.
- à incisura isquiática maior, onde passam os vasos glúteos superiores.
- à densidade cortical do ilíaco, que marca a asa do sacro onde repousa a raiz de L5.
- à cortical anterior do promontório, onde passam os grandes vasos.
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Conceito-chave
A seta azul marca a densidade cortical do ilíaco, referência da asa sacral onde repousa L5, alternativa C. O instrumental deve ficar posterior a esse marco no perfil para respeitar o limite anterossuperior do corredor.
O perfil do sacro reúne os limites que precisam ser compreendidos em conjunto. Atrás da densidade cortical fica a região de passagem planejada; mais posteriormente está o túnel de S1, que também deve ser evitado. Inlet confere cortical anterior e outlet mostra forames e placa terminal (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “O parafuso iliossacral”).
As setas não são intercambiáveis. As pretas apontam a borda do túnel de S1; a vermelha, a incisura isquiática. São marcos importantes, mas o azul identifica o limite relacionado à asa e à raiz de L5.
A imagem não torna seguro seguir uma linha fixa em todo paciente. Dismorfismo, redução imperfeita e corredores estreitos mudam o trajeto; o planejamento pela TC e a alternância de projeções precisam confirmar a passagem antes de avançar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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