Na classificação de DAY para a fratura em crescente (fratura-luxação da sacroilíaca), o tipo III, com fragmento em crescente pequeno, é tratado preferencialmente
- como fratura da asa ilíaca, por via anterior, fixando só a asa.
- como luxação sacroilíaca, com parafuso iliossacral após reduzir a asa ao fragmento.
- sem cirurgia, porque o fragmento pequeno indica lesão estável.
- com placa na sínfise isolada.
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Conceito-chave
No crescente DAY III, o fragmento posterior é pequeno e a lesão se comporta mais como uma luxação sacroilíaca. A estratégia é reduzir a asa ao fragmento e fixar com parafuso iliossacral, alternativa B.
O fragmento em crescente permanece preso ao sacro pelos ligamentos posteriores; o restante do ílio é que desvia. Day subdivide o padrão conforme a porção da sacroilíaca e o tamanho do fragmento: I grande, II intermediário, III pequeno (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Fratura em crescente e asa do ilíaco”).
Tamanho pequeno não é estabilidade. No III, o traço fica atrás da entrada habitual do parafuso, permitindo tratar o conjunto como lesão sacroilíaca após a redução. No tipo I grande, a lógica muda: fixa-se a asa por via anterior, e um iliossacral pode não estabilizar o ílio.
A técnica percutânea depende da morfologia e de uma cortical posterolateral adequada no segmento instável. Errar o tamanho do fragmento pode deixar parte da lesão sem controle ou colocar o parafuso no próprio traço. A classificação ajuda a planejar, mas não substitui a TC e a redução.
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