Na abordagem anterior dos ramos púbicos, a corona mortis, que deve ser identificada e ligada, corresponde à anastomose entre
- os vasos obturatórios e os vasos ilíacos externos ou epigástricos inferiores.
- as artérias glútea superior e glútea inferior.
- a artéria pudenda interna e a artéria obturatória.
- as artérias sacral lateral e iliolombar.
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Conceito-chave
A corona mortis liga o sistema obturatório ao ilíaco externo ou epigástrico inferior, alternativa A. Esse vaso ou conjunto de conexões cruza a face interna do ramo púbico superior, aproximadamente 6 cm da sínfise no resumo.
A importância não está apenas no nome: na exposição anterior dos ramos, uma ruptura pode produzir sangramento difícil e rápido. Por isso, no acesso intrapélvico de Stoppa, o vaso deve ser identificado, isolado e ligado antes de continuar; na Pfannenstiel da sínfise, limita-se a dissecção lateral (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Ramos púbicos e a corona mortis”).
Há dois sistemas na conexão. Confundir corona mortis com qualquer par de ramos da ilíaca interna apaga justamente a comunicação com o sistema externo. A variação precisa ser procurada, não presumida ausente porque se reconheceu um único vaso obturatório.
Se houver sangramento incontrolável, o resumo descreve tamponamento, fechamento e embolização como estratégia de controle. A anatomia deve orientar prevenção e manejo, sem transformar uma distância média numa área universalmente livre de vasos.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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