Após placa na sínfise púbica por lesão em livro aberto, a radiografia de seguimento mostra parafusos soltos e discreta reabertura da sínfise em paciente pouco sintomático. A conduta mais adequada é
- retirar a placa de rotina, para preservar a mobilidade fisiológica.
- revisar imediatamente com placa bloqueada de dois furos.
- acompanhar, pois a falha do material é comum e pouco se relaciona ao resultado funcional.
- indicar cesariana obrigatória em gestação futura.
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Conceito-chave
Uma placa da sínfise com parafusos soltos não exige revisão apenas pela imagem. Em paciente pouco sintomático, a opção mais adequada é acompanhar, alternativa C, porque falha do material pode não acompanhar piora funcional.
O resumo relata uma série com 75% de soltura ou quebra de parafusos e outra com 30% de falha, sem correlação consistente com o resultado funcional. Esses números não são uma taxa universal, mas mostram que o aspecto radiográfico do implante não equivale automaticamente a fracasso clínico (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “A placa que solta”).
Isso não autoriza ignorar toda perda de redução. Falha precoce pode refletir carga prematura ou lesão posterior subestimada. O momento, os sintomas e a estabilidade do anel precisam ser reavaliados; o caso fornecido, porém, descreve pouca sintomatologia e discreta reabertura, sem outro motivo para revisão imediata.
A retirada também não é de rotina, inclusive em mulheres em idade fértil. Parto vaginal foi descrito com material mantido, e a via do parto deve ser definida obstetricamente. A placa de dois furos, por sua vez, tem controle rotacional inadequado e não é a solução automática para uma falha.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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