No fixador interno anterior da pelve (INFIX), com parafusos pediculares supra-acetabulares unidos por haste subcutânea, as complicações mais relatadas são
- infecção profunda e soltura dos parafusos.
- irritação do nervo cutâneo femoral lateral e ossificação heterotópica.
- lesão da bexiga e da uretra.
- trombose da veia femoral e lesão do nervo obturatório.
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Conceito-chave
Depois de um INFIX, duas complicações se destacam: irritação do cutâneo femoral lateral e ossificação heterotópica, alternativa B. A montagem anterior interna evita pinos expostos, mas mantém uma haste e cabeças de parafusos próximas às partes moles.
O dispositivo usa parafusos pediculares no corredor supra-acetabular ligados por haste subcutânea. Na revisão de 619 pacientes citada, irritação do cutâneo femoral lateral apareceu em 25,3% e ossificação heterotópica em 24,7%; infecção ocorreu em 3% e paralisia femoral em 1,6% (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “INFIX: o fixador interno”).
A altura da haste muda o risco. Cabeças profundas demais podem levar à compressão do feixe femoral; a extremidade lateral longa da haste também deve ser evitada. O resumo orienta manter as cabeças acima da fáscia e deixar o conjunto afastado das estruturas profundas.
O INFIX não trata sozinho toda instabilidade posterior e exige outra cirurgia para retirada. Sua seleção deve considerar o padrão do anel, o planejamento da fixação posterior e os riscos próprios, em vez de presumir que “interno” significa ausência de complicações.
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