No exame sob anestesia de uma lesão em compressão lateral tipo I, o achado que costuma motivar a fixação é
- sobreposição anterior maior que 1 cm ou fratura que cruza a linha média sob estresse em rotação interna.
- qualquer dor à palpação anterior da pelve.
- ausência de fratura do ramo inferior.
- fratura incompleta da asa do sacro sem desvio.
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Conceito-chave
Uma CL I pode parecer pouco desviada na TC e revelar instabilidade quando o anel é submetido a estresse. O achado que costuma motivar fixação é sobreposição anterior maior que 1 cm ou cruzamento da linha média sob rotação interna, alternativa A.
Imagem estática não reproduz a deformidade do impacto nem demonstra toda a mobilidade residual. O exame sob anestesia com radioscopia permite observar o comportamento do anel; o resumo relata instabilidade suficiente para fixar em 41% de 34 lesões inicialmente consideradas estáveis, reunindo CAP I e CL I (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Exame sob estresse”).
Esses limites não são uma régua universal validada. O capítulo informa que muitos cirurgiões usam o cruzamento da linha média ou mais de 1 cm de sobreposição, reconhecendo ausência de valor plenamente validado. O resultado deve ser integrado à morfologia posterior, à dor e à capacidade de mobilizar.
Na CL I, fratura sacral incompleta com ramos do mesmo lado raramente desvia; fratura completa com ramos bilaterais tem comportamento diferente. A sigla da classificação, sozinha, não autoriza liberar toda lesão ou operar toda dor anterior.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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