Em relação ao fixador externo anterior da pelve com pinos supra-acetabulares, em comparação com os pinos na crista ilíaca, é correto afirmar que
- o pino deve entrar junto à cápsula para ganhar osso mais denso.
- exige três pinos de cada lado para ter estabilidade semelhante.
- é biomecanicamente inferior contra a rotação, mas dispensa radioscopia.
- um pino de cada lado basta, fica fora do campo abdominal e resiste melhor à rotação.
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Conceito-chave
O pino supra-acetabular usa um corredor de osso mais favorável ao controle rotacional do anel. Em comparação com a crista, a combinação descrita é um pino por lado, fora do campo abdominal e mais resistente à rotação, alternativa D.
A entrada fica na região da espinha ilíaca anteroinferior, com o trajeto seguindo entre as tábuas em direção ao pilar isquiático. O resumo recomenda manter o ponto pelo menos 2 cm acima da articulação, porque um pino intracapsular infectado pode causar artrite séptica (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Fixador externo: crista ilíaca ou supra-acetabular”).
A vantagem exige radioscopia. A oblíqua obturadora com saída produz a lágrima para orientar a entrada; a oblíqua ilíaca e a obturadora com entrada conferem a relação com a incisura e as tábuas. Boa pega não torna seguro avançar cegamente nem ultrapassar a cortical oposta.
O fixador anterior pode fechar o livro e auxiliar o manejo, mas não substitui a fixação de uma ruptura posterior completa. Melhorar a ancoragem anterior não elimina a necessidade de tratar a instabilidade posterior do padrão.
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