No paciente com fratura do anel pélvico, a indicação mais clara de arteriografia com embolização é
- o extravasamento de contraste na tomografia, independentemente do estado hemodinâmico.
- o padrão de compressão lateral tipo I.
- a hipotensão com lavado peritoneal positivo, antes da laparotomia.
- a presença de qualquer fratura com diástase da sínfise.
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Conceito-chave
O extravasamento de contraste na TC mostra uma possível fonte arterial ativa e é a indicação mais clara de arteriografia com embolização descrita no capítulo, mesmo com hemodinâmica preservada, alternativa A.
A pressão arterial é uma fotografia do momento. O sangramento pode continuar apesar de compensação inicial, e estabilizar o anel ajuda sobretudo o movimento, a formação do coágulo e o tamponamento. Uma laceração arterial pode vencer esse efeito (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “De onde vem o sangue” e “Angiografia e embolização”).
O resumo cita recomendação nível 1 da EAST para extravasamento na TC independentemente da hemodinâmica. Também orienta angiografia rápida no sangramento persistente apesar da reposição, após afastar outras fontes. Isso exige fluxo institucional e avaliação do conjunto; não significa levar toda hipotensão primeiro à angiografia, ignorando uma fonte abdominal identificada.
Padrão da fratura ajuda, mas não decide sozinho. CAP III e cisalhamento vertical têm maior necessidade de hemostasia em séries, porém hemorragia grave pode ocorrer em outros padrões. A conduta não deve ser escolhida apenas pela letra da classificação ou pela abertura da sínfise.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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