A tomografia mostra fratura vertical do sacro com fragmento no forame de S1 (seta). Pela classificação de DENIS, a zona e a frequência aproximada de déficit neurológico são, respectivamente,

- zona I; baixa, abaixo de 10%.
- zona II; cerca de 30%.
- zona III; até 60%.
- zona II; acima de 80%.
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Conceito-chave
A seta mostra um fragmento no forame de S1 associado ao traço vertical do sacro. A combinação é zona II de Denis e risco neurológico de cerca de 30%, alternativa B.
Zona II significa passagem pelos forames. Na zona I, a lesão fica na asa lateral; na III, alcança a região medial e o canal. A comparação ajuda a não chamar todo fragmento neuralmente próximo de “zona III”: o próprio forame já define um risco importante sem que se trate de lesão central (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Denis: as três zonas”).
Trinta por cento é uma frequência de grupo. O fragmento mostrado exige correlacionar exame neurológico e compressão, mas a imagem não demonstra por si uma paralisia. Na fixação, o resumo orienta tratar fragmentos que ameacem a raiz antes da compressão e ter cuidado com parafusos que estreitem uma fratura foraminal cominuta.
A indicação e a técnica dependem ainda de redução, estabilidade e padrão completo. A classificação e a taxa de risco não substituem essa análise.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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