Na classificação de JONES para as fraturas expostas do anel pélvico, a classe 3 corresponde a anel
- estável com ferida perineal.
- instável sem ferida retal ou perineal.
- instável com ferida retal ou perineal e risco de contaminação fecal.
- estável com ferida na crista ilíaca.
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Conceito-chave
Na classe 3 de Jones, a pelve está instável e há ferida retal ou perineal com risco de contaminação fecal, alternativa C. A gravidade resulta da combinação de falha mecânica com possibilidade de infecção profunda.
A classe 1 descreve anel estável; a classe 2, anel instável sem ferida retal ou perineal; a classe 3 acrescenta essa comunicação de maior risco. O resumo cita mortalidade de 44% no grupo 3, dado de série que não deve ser convertido numa previsão para cada paciente (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “Fratura exposta da pelve”).
A exposição pode estar escondida. Pequenas feridas perineais e comunicações com reto ou vagina podem passar despercebidas no politraumatizado. Examinar períneo e mucosas e procurar ar extraluminal na TC ajuda a não tratar uma lesão contaminada como fechada.
Lesão de esfíncter ou intestino pode exigir derivação fecal, além de desbridamento, antibióticos e estabilização. A posição de qualquer derivação deve ser combinada com as futuras vias de acesso. O código de Jones organiza o risco, mas não substitui controle da hemorragia e atendimento multiprofissional.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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