No exame físico do paciente com fratura do anel pélvico, o sinal de DESTOT é
- a equimose no flanco, indicando sangramento retroperitoneal.
- o hematoma palpável no períneo, acima do ligamento inguinal ou na coxa proximal.
- a próstata alta ao toque retal, indicando lesão uretral.
- a coleção flutuante subcutânea por desenluvamento interno.
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Conceito-chave
Um hematoma palpável no períneo, acima do ligamento inguinal ou na raiz da coxa corresponde ao sinal de Destot, alternativa B. A localização distingue esse achado da equimose nos flancos de Grey Turner.
Na lesão do anel, o sangramento pode aparecer nas partes moles e indicar trauma importante. Destot é uma pista clínica de fratura com sangramento, mas não define sozinho se a fonte é arterial, qual estrutura urinária foi lesada ou qual padrão mecânico está presente (Rockwood, 10ª ed., cap. 50, “O que o exame mostra”).
Palpar hematoma não é o mesmo que encontrar desenluvamento. Na Morel-Lavallée, pele e gordura se separam da fáscia e criam uma coleção de sangue e linfa, frequentemente flutuante. A viabilidade da pele e a posição da coleção passam a influenciar o acesso cirúrgico.
O exame do trauma também procura sangue no meato, lesões perineais e comunicações com reto ou vagina. A “próstata alta” não é considerada um sinal confiável para excluir ou confirmar lesão uretral; não deve substituir a investigação específica.
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