A medida recomendada com força moderada pela diretriz da AAOS de 2009 para prevenir dor desproporcional após fratura do rádio distal, hoje com evidência conflitante, é o uso de
- vitamina A.
- vitamina B12.
- vitamina D.
- vitamina C.
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Conceito-chave
A síndrome complexa de dor regional (SCDR). É dor contínua, desproporcional ao trauma, com alterações sensitivas (alodinia, hiperalgesia, hiperpatia), vasomotoras, sudomotoras, edema e, tardiamente, alterações tróficas e rigidez. O tipo 1 ocorre sem lesão nervosa definida, como após fratura do punho; o tipo 2, com lesão nervosa. A fratura do rádio distal é um dos gatilhos mais conhecidos, e a mulher é a paciente típica. No fixador externo, a distração excessiva da radiocárpica foi associada a rigidez dos dedos e possivelmente a SCDR.
A vitamina C. Foi estudada como prevenção por seu efeito antioxidante, que reduziria a lesão por radicais livres na fase inflamatória. A diretriz da AAOS de 2009 fez uma recomendação moderada para o uso de vitamina C em fraturas do rádio distal, para prevenir dor desproporcional. Depois, um ensaio randomizado mais recente não mostrou diferença nos resultados nem na taxa de SCDR, e uma metanálise dos três ensaios concluiu que a vitamina C não demonstrou benefício significativo, com qualidade de evidência baixa e um desfecho difícil de estudar por ser subjetivo.
Como o capítulo fecha. A evidência continua conflitante; os autores não usam vitamina C de rotina, mas reconhecem que alguns cirurgiões a prescrevem a todos por haver pouco prejuízo. A decisão fica a critério do médico.
Na banca. É o fato mais cobrado do rádio distal: vitamina C no TARO 2017, no TEOT 2022 (com predomínio no sexo feminino) e no TEOT 2024, além de questões sem ano. Na prova, a resposta esperada continua sendo a vitamina C; o comentário serve para saber que a evidência atual é fraca.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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