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Questão de Fratura do rádio distal (OrtoQuestões Simulados)

Trauma adultoFratura do rádio distalOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Em relação ao risco de novas fraturas por fragilidade, a fratura do rádio distal no idoso aumenta esse risco e indica, respectivamente,

  1. em cerca de 1,2 vez; apenas orientação para prevenir quedas.
  2. em duas a quatro vezes; investigação e tratamento da osteoporose.
  3. em duas a quatro vezes; apenas orientação para prevenir quedas.
  4. em cerca de 10 vezes; densitometria só após uma segunda fratura.
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Gabarito: B · em duas a quatro vezes; investigação e tratamento da osteoporose.

Conceito-chave

Uma fratura sentinela. A fratura do rádio distal é a mais comum e uma das mais precoces fraturas por fragilidade: tende a ocorrer em idade mais jovem que as do quadril e da coluna. Seus fatores de risco são os das fraturas osteoporóticas, sobretudo a baixa densidade mineral óssea, que também prevê fraturas futuras; somam-se fratura prévia, doenças endócrinas e certos medicamentos.

O risco. Embora cause menos internações que outras fraturas por fragilidade, a fratura do rádio distal aumenta em duas a quatro vezes o risco de fraturas futuras e é um marcador útil de fragilidade esquelética. A gravidade da própria fratura se correlaciona com a qualidade óssea: há relação linear entre o escore T e a instabilidade e a consolidação viciosa.

A lacuna. Poucos homens e mulheres recebem investigação adequada de osteoporose no momento do tratamento da fratura. Medidas simples melhoram isso: orientação do paciente, densitometria pronta e serviços de ligação de fraturas (fracture liaison). Como não há consenso sobre quem deve investigar, o capítulo cobra que o ortopedista, que trata a primeira fratura por fragilidade, garanta o seguimento da doença óssea. A tomografia feita para planejar a cirurgia pode até estimar a densidade óssea pelas unidades Hounsfield.

Na banca. O TARO 2023 cobrou a associação da fratura do colo do fêmur com fraturas do rádio distal e do úmero proximal; o TARO 2022, a associação da fratura transtrocantérica com a do rádio distal ipsilateral. São faces do mesmo fenômeno: o punho é o primeiro aviso.

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