Associam-se a pior resultado funcional após fratura do rádio distal a inclinação dorsal residual e o encurtamento radial maiores que, respectivamente,
- 20 graus; 10 mm.
- 20 graus; 4 mm.
- 10 graus; 10 mm.
- 10 graus; 4 mm.
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Conceito-chave
Radiografia e função nem sempre andam juntas. Muitos estudos mostram que pequenas mudanças de inclinação volar, altura e inclinação radial alteram a mobilidade e a distribuição de carga no punho; outros mostram excelentes resultados apesar de deformidade radiográfica, sobretudo em idosos. SYNN não encontrou, acima de 55 anos, efeito de angulação, degrau articular ou encurtamento sobre os resultados.
Os números de consenso:
- Inclinação dorsal maior que 10 graus: altera a cinemática das articulações radiocárpica, ulnocárpica e radioulnar distal e se associa a limitação funcional e pior DASH 1 ano após a fratura. A inclinação dorsal também pode causar mau alinhamento do carpo e instabilidade mediocárpica.
- Encurtamento radial maior que 4 mm: associado a dor no punho mesmo após 1 ano. A perda de altura aumenta a variância ulnar, altera a radioulnar distal e causa menos força de preensão, dor ulnar e pior DASH.
Quando chamar de consolidação viciosa. Uma proposta recente, citada no capítulo, define consolidação viciosa do rádio distal como inclinação radial menor que 10 graus, inclinação volar ou dorsal maior que 20 graus, altura radial menor que 10 mm, variância ulnar positiva maior que 2 mm ou incongruência articular maior que 2 mm. A correção é indicada pelos sintomas, não pela radiografia, e os melhores resultados raramente devolvem um punho normal: a força de preensão raramente passa de 70% do outro lado.
Articular. FORWARD acompanhou fraturas articulares por 38 anos: 68% tinham artrose, mas o DASH não diferia da população.
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