Na radiografia em perfil verdadeiro da figura, a medida indicada por X e seu valor médio normal são, respectivamente,

- inclinação radial; 11 a 12 graus.
- inclinação volar; 22 a 23 graus.
- inclinação volar; 11 a 12 graus.
- ângulo teardrop; 70 graus.
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Conceito-chave
A inclinação no perfil. A inclinação volar (ou dorsal, quando invertida) do rádio distal é medida no perfil verdadeiro, com rádio e ulna sobrepostos. É o ângulo entre uma linha perpendicular ao eixo da diáfise do rádio e a linha que une as bordas volar e dorsal da superfície articular. Em média, a superfície articular do rádio olha 11 a 12 graus para volar.
O perfil precisa ser verdadeiro. Uma rotação de 5 graus do antebraço altera a inclinação volar medida em cerca de 1,6 grau. Por isso o capítulo insiste que as medidas sejam feitas no perfil verdadeiro.
O que a inclinação dorsal residual causa. Na fratura com desvio dorsal, a superfície articular passa a olhar para dorsal. O carpo compensa fletindo-se, o que dá a deformidade em dorso de garfo e o mau alinhamento do carpo, avaliado pelas linhas do eixo do capitato e do rádio. Estudos em cadáver mostram que a inclinação dorsal muda a distribuição de pressões e a congruência do punho e da radioulnar distal e pode levar a instabilidade mediocárpica. O consenso é que inclinação dorsal maior que 10 graus se associa a limitação funcional e pior pontuação no DASH 1 ano após a fratura.
No conjunto do punho:
| Medida | Incidência | Valor médio |
|---|---|---|
| Altura radial | posteroanterior | 11 a 12 mm |
| Inclinação radial | posteroanterior | 22 a 23 graus |
| Inclinação volar | perfil | 11 a 12 graus |
| Ângulo teardrop | perfil | 70 graus |
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