Na pseudartrose de fratura diafisária do antebraço tratada com placa, a causa que deve sempre ser investigada, por estar presente em cerca de um terço dos casos, é
- o tabagismo.
- o uso de placa de 3,5 mm.
- a ausência de enxerto ósseo na cirurgia inicial.
- a infecção profunda do sítio cirúrgico.
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Conceito-chave
A infecção profunda precisa ser investigada na pseudartrose do antebraço, mesmo quando a montagem parece explicar o problema. O resumo informa que ela acompanha cerca de um terço dos casos de pseudartrose. O número se refere a esse grupo selecionado, não a todas as fraturas operadas com placa.
Falha de consolidação pode ter componente mecânico, como afastamento do foco, placa inadequada ou montagem insuficiente, e componente biológico, como alta energia, exposição, cominuição e desperiostização. Essas causas podem coexistir com infecção; escolher uma explicação mecânica não permite dispensar a pesquisa infecciosa.
O tratamento descrito inclui retirada do material no contexto da revisão, culturas, desbridamento até osso vivo e nova fixação, com enxerto se houver defeito. Isso não deve ser confundido com a orientação para infecção profunda em fratura ainda em tratamento e material estável, que pode exigir preservação temporária da estabilidade até consolidar. O cenário clínico determina a estratégia.
Na Biblioteca, leia “Pseudartrose” junto de “Infecção”. Compare o denominador das frequências e a situação do implante. O objetivo é reconhecer uma causa tratável que pode ser perdida se a revisão se limitar a trocar a placa ou acrescentar enxerto.
Por que esta questão foi criada. Treina a pesquisa de infecção na falha de consolidação e a interpretação correta de uma frequência cujo denominador é o grupo de pseudartroses.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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